Como adoecemos?- Compreender as doenças graves

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Compreender de que modo se pode degradar o terreno é darmo-nos conta de que ele depende em grande parte de tudo quanto é exterior para se constituir e renovar.

As substâncias nutritivas contidas nos alimentos servem para a formação das células e dos líquidos orgânicos. A elas se deve o funcionamento do nosso corpo.

Se a quantidade de alimentos que ingerimos é superior às necessidades do organismo, este encontrar-se-á com uma sobrecarga de substâncias que não será capaz de utilizar. Obrigado a armazená-las, acumulando-as nos tecidos. Os alimentos podem, também, conter substâncias químicas ou sintéticas (corantes, conservantes, etc.). Como a natureza não previu qualquer utilização para elas, estas substâncias mais ou menos tóxicas ficam retidas nos tecidos e, por conseguinte, modificam o terreno de acordo com as suas características.

Mesmo quando a alimentação é adequada, os resíduos podem acumular-se no corpo. Isto acontece sempre que as preocupações, os medos, o stress, etc., causam perturbações no metabolismo. Nesses casos, a digestão efectua-se mal e os alimentos dão lugar a uma enorme quantidade de resíduos.

Todas as substâncias, tóxicas ou não, que se encontram em excesso no meio humoral impedem o correcto funcionamento do organismo e são consideradas a causa principal da degradação do terreno, dando, portanto, oportunidade a que surjam as doenças.

A sobrecarga de resíduos no organismo pode também ser causada por má metabolização e má utilização das substâncias alimentares, devido à falta de actividade física e à suboxigenação que dela deriva.

Por outro lado, é possível que se verifique um mau funcionamento dos órgãos destinados à eliminação das toxinas, obrigando o corpo, consequentemente, a conservar os resíduos nos seus tecidos.

Embora de forma ínfima, a actividade das células também produz resíduos. No entanto, quando estas estão doentes existe uma situação de perigo. Neste caso, poderão expelir resíduos muito tóxicos que, progressivamente, vão envenenando o organismo. Os factores que originam a contaminação humoral e a degradação do terreno são múltiplos, mas, em todos os casos, trata-se de resíduos constituídos pela ingestão de alimentos mal metabolizados. É por este motivo que a higiene de vida e, sobretudo, a higiene alimentar, é tão importante.

Em conformidade com os alimentos, as bebidas, os medicamentos e os excitantes que consumimos, degradamos o nosso corpo ou, pelo contrário, conservamo-lo são e resistente.

Existe outra causa importante de degradação do terreno, ocasionada não por um excesso no organismo mas por uma deficiência. As carências ocorrem na falta de substâncias nutritivas indispensáveis para a construção e funcionamento do organismo. A composição do meio interior só se mantém desde que este receba os elementos necessários.

Se a quantidade de um deles for insuficiente, imediatamente diminuirá o funcionamento orgânico. Quando esse elemento faltar por completo, as funções que dele dependem deixarão de estar asseguradas. O estado prolongado de carência poderá conduzir à morte. Nas nossas sociedades, em que reina a abundância, parece difícil adoecer-se devido a carências alimentares; mas, na realidade, isso é absolutamente possível e até muito fácil. Os alimentos actuais proporcionam-nos cada vez menos os elementos de que o nosso organismo necessita, uma vez que eles próprios sofrem de carências, devido aos métodos de cultivo e criação, assim como aos múltiplos processos de refinação por que passam (limpeza dos cereais, refinação dos azeites, do açúcar, etc.).

Outra causa de carência reside na destruição dos nutrientes por parte das substâncias químicas contidas nos alimentos ou medicamentos, substâncias que actuam como antivitaminas ou inibidoras dos oligoelementos. Regimes unilaterais, dos quais estão excluídos sistematicamente certos alimentos, contribuem também para produzir carências devido à falta de variedade nas ingestões.

Quando as carências se prolongam, o que ocorre quando os costumes alimentares desfavoráveis se mantêm, produzem-se modificações importantes na composição dos humores e um enfraquecimento progressivos e insidioso das resistências do organismo. Para além disso, e por causa da interdependência de todos os elementos nutritivos para a sua boa utilização, a falta de uma substância origina, numa reacção em cadeia, toda uma série de carências.

Um organismo carenciado funciona pior e elimina pior, pelo que a percentagem de sobrecarga aumenta.

A doença surge, pois, quando o terreno está sobrecarregado de resíduos e sofre de carências. O funcionamento do organismo está perturbado e já não consegue defender-se correctamente. Este fenómeno não é tão desconhecido como parece, pois a própria investigação médica se serve dele. Efectivamente, para estudar a acção dos micróbios, ou para experimentar novos remédios, pratica-se a inoculação de micróbios nos animais. Se estes gozam de boa saúde, isto é, se o seu terreno não está carenciado nem se encontra sobrecarregado de resíduos, as infecções não se declaram.

A forma de superar este obstáculo às experiências fala por si mesma: faz-se com que estes animais que gozam de boa saúde se tornem receptivos à agressão microbiana mediante uma degradação “científica” do seu terreno – alimentação carenciada, inadaptada às suas capacidades digestivas, demasiado abundante e cozinhada; ingestão de misturas de medicamentos químicos; provocação de um estado de tensão, encerrando os animais em ambiente obscuro, mantendo-lhes as patas dentro de água fria, etc.

A enfermidade surge quando o organismo está sobrecarregado de toxinas e sofre de carências.

Retirado do livro: Compreender as Doenças Graves de Christopher Vasey 

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Cura pela alimentação alcalina

Conquistar mais saúde e energia, perder peso e rejuvenescer com uma alimentação alcalina, funcional e preventiva são os principais objetivos do plano recentemente apresentado em livro pelo nutricionista Alexandre Fernandes e pelo nutrichef Duarte Alves. Descubra mais sobre a dieta que equilibra o pH do nosso organismo, tornando-o mais alcalino e saudável.

 

Já em 1931, o Prémio Nobel da Medicina Otto Warburg afirmava: “Nenhuma doença, nem mesmo o cancro, pode existir num ambiente alcalino”. O tempo e numerosos estudos científicos vieram dar-lhe razão. Para ser saudável, o corpo precisa do equilíbrio entre a acidez e a alcalinidade (um pH a rondar os 7). E, para isso, é preciso conhecer os alimentos certos, saber como cozinhá-los e como distribuir as refeições ao longo do dia.

Pense num limão, por exemplo. É ácido, certo? Mas na verdade, ao ser absorvido pelo organismo, torna-se num poderoso agente alcalinizante. Já a carne, noutro exemplo, é alcalina, mas no processo de digestão acidifica o organismo. O que comer, então?

O livro “A Cura Pela Alimentação Alcalina”, recentemente editado pela Lua de Papel,  reúne os conhecimentos do nutricionista Alexandre Fernandes e do nutrichef Duarte Alves, para dar todas as respostas: explica os fundamentos da dieta, mostra como alcalinizar os alimentos, revela a lista dos mais adequados, apresenta um plano alimentar de 10 dias e oferece dezenas de receitas de acompanhamentos, temperos, sopas, saladas, pratos principais, sobremesas e snacks.

EM QUE CONSISTE?

Afinal, o que é a dieta alcalina? Alexandre Fernandes explica: “A dieta alcalina é uma forma de alimentação que privilegia o tipo e a qualidade dos alimentos. Sabemos que a saúde do nosso organismo depende daquilo que comemos. Uma alimentação saudável é mais de meio caminho andado para um sistema imunitário forte, para sentirmos mais energia e sermos mais produtivos, tanto física como mentalmente. É nesta premissa que a dieta alcalina se baseia”. E cita estudos científicos para afirmar que “certas doenças, como as cardiovasculares, pulmonares, renais, cerebrais e até o cancro, têm maior tendência para se desenvolverem num corpo com uma elevada percentagem de acidez do que num corpo mais alcalino”.

Leia o artigo completo na edição de abril 2018 (nº 282)

Coração – Metafísica da Saúde

coração

Coração – Entusiasmo e motivação pessoal

A circulação contínua de líquido num circuito tubular fechado exige a inserção de uma bomba em um ponto do circuito. O aparelho circulatório é constituído por dois circuitos: o pulmonar, que leva o sangue para o pulmão, onde é realizada a troca gasosa; o sistémico, que conduz o sangue para todo o organismo, nutrindo os tecidos e as células do corpo. O coração é uma bomba dupla. A parte direita do coração promove a circulação do sangue no circuito pulmonar; e a parte esquerda, no sistémico.

O coração trabalha num compasso rítmico harmonioso e involuntário. Ele só é alterado mediante situações físicas ou condições emocionais. Esforço físico e fortes emoções aceleram o coração. Ao contrário do que se imagina, o sentimento não se origina no coração. Ele é despertado no timo, que é um órgão localizado no centro do peito. Como o coração é o órgão que mais se destaca nessa região do corpo, tornou-se popularmente conhecido como símbolo dos sentimentos.

Além da proximidade, que permite uma fusão do campo vibracional entre esses dois órgãos, o sentimento reflete positivamente na motivação pessoal. O sentimento é considerado a força motriz das nossas ações. Precisamos conduzir a vida de acordo com aquilo que sentimos. Fazer algo com prazer, além de sair bem-feito, acarreta um desgaste mínimo. Observe o estado em que você fica ao realizar algo com vontade: parece que o cansaço é menor. Já as atividades realizadas por obrigação são altamente morosas e desgastantes.

O despertar dos bons sentimentos e a expressão das vontades próprias geram e mantêm os impulsos cardíacos, representando uma espécie de nutriente energético para o coração. A manifestação dos conteúdos afetivos no universo consciente desperta o senso do bem. O coração, imantado por esses conteúdos da alma, é conhecido popularmente como o órgão da bondade e da generosidade. É comum ouvirmos referências a uma pessoa de “bom coração” como sendo alguém generoso. A generosidade não deve ser praticada somente com os outros, mas também consigo mesmo.

Ser bom para si é respeitar-se e não se abandonar, nem anular-se frente os outros ou obrigações. A ligação da alma ao corpo é o que mantém a vida orgânica. A manifestação da alma abrange todo o corpo e se estende além dos limites da pele, contagiando o ambiente. A região do peito é o principal foco dessa manifestação.

A vitalidade concentrada nesse órgão mantém os batimentos cardíacos e se espalha através do sangue para todo o organismo. A vitalidade intensifica à medida que sentimos prazer em viver. Para viver prazerosamente é preciso respeitar as nossas vontades e atender às necessidades pessoais, praticando de alguma forma as atividades de que gostamos. Desse modo, a vida se torna agradável e prazerosa, garantindo saúde cardíaca. O que nos mantém entusiasmados e motivados pela vida é o prazer em vivenciar os diversos processos da experiência humana.

Para que isso seja mantido, é necessário aceitar as nossas emoções e viver de acordo com aquilo que sentimos. Quando sufocamos o sentimento, a vida perde o encanto. Nesse momento experimentamos o desprazer e ficamos desmotivados. Tudo fica sem sentido, rejeitamos a maneira com que os fatos se desenrolam. É nessa fase que geralmente surgem os problemas cardíacos.

Fonte: Metafísica da Saúde vol. 2 Sistemas Circulatório, Urinário e Reprodutor (Adaptado)

Composto e postado por Ângela Barnabé

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Ser Mamã – Salão da Pré-Mamã, Bebé e Criança é já no próximo fim de semana, na Exponor

A 1000 Eventos – Organização de Eventos Temáticos vai realizar a 12ª Edição do Ser Mamã – Salão da Pré-Mamã, bebé e criança, nos dias 5 e 6 de Maio, na Exponor.

São dezenas de expositores que se unem para apresentar as mais recentes novidades, através de workshops, palestras, demonstrações, rastreios e um intenso programa de atividades, que no seu conjunto, fomentam a motivação e o interesse por parte dos inúmeros visitantes. Não se esqueça de apontar na sua agenda, a visita a este evento repleto  de ofertas e diversão para todos!

Atividades que pode encontrar:

WORKSHOPS – O Ser Mamã, juntamente com os seus parceiros, oferece nos dois dias do evento atividades como workshops, palestras e formações sobre temáticas da saúde, designadamente aleitamento, prevenção de infeções, massagens e até rastreios gratuitos.

ESPETÁCULOS – No evento é possível assistir a espetáculos, de música e danças variadas, gratuitos, e participar em muitas atividades lúdicas que fazem parte de um programa das 10h00 às 20h00.

DIVERSÃO – O espaço mágico do Ser Mamã: uma área onde estão localizados os insufláveis e  onde decorrem ateliers de desenho e pintura, entre outras brincadeiras, totalmente gratuitos.

PRAÇAS INTERATIVAS – Realização de atividades, de forma simultânea e ininterrupta que podem ser utilizadas pelos Expositores, para a realização de workshops, fóruns de pais, conferências, demonstrações, experiências, degustações, rastreios, entre outros possibilitando aos visitantes experiências únicas, inesquecíveis aumentando assim o contacto dos produtos e serviços entre Expositores e Visitantes.

Mais informações

Data: 5 e 6 de Maio de 2018

Horário: Sábado e Domingo, das 10 às 20h

Preço:

Crianças até 12 anos – GRATUITO

Adultos + Juniores – 3€ COM VALE DESCONTO (válido para uma entrada, com apresentação obrigatória do vale, disponível para download no site ser mamã) ou 5€ SEM VALE DESCONTO (válido para uma entrada, adquirida na Bilheteira do Salão Ser Mamã)

Mais informação em www.sermama.pt

Pressão alta – Metafísica da Saúde

pressao alta

Pressão alta – Fuga através da preocupação ou dedicação excessiva aos afazeres

No âmbito metafísico, as pessoas que sofrem de elevação na pressão arterial geralmente vivem cercadas de problemas. Para fugir ao desconforto provocado pelas situações mal resolvidas, apelam para o trabalho, assumindo uma sobrecarga de atividades.

Quando não existe essa possibilidade, ou seja, não têm o que fazer, elas começam a se preocupar com os problemas dos outros. Querem encontrar soluções para os conflitos alheios, deixando de lado suas próprias dificuldades.

Vale lembrar que a solução de qualquer problema está dentro da própria situação, nunca fora dela. Portanto, não adianta mobilizar-se para o mundo lá fora achando que as coisas ruins no seu meio vão desaparecer. Não encarar de frente os problemas faz com que permaneçamos cercados por eles e distantes das soluções.

As soluções começam a surgir na medida em que vamos desvendando o emaranhado que nos cerca. Conforme vamos conhecendo a real problemática, começam a surgir ideias e alternativas para melhorar a situação. Focar a atenção para as soluções aumenta a chance de solucionar aquilo que nos aflige. Somente assim fortalecemos nossas bases emocionais.

Estar bem interiormente é fundamental para sermos bem-sucedidos, realizados e felizes. Distorcer o foco de atuação é viver em função do trabalho ou preocupado com os problemas dos outros. Essa conduta só adia os problemas e não resolve absolutamente nada daquilo que nos aflige.

Cedo ou tarde teremos que encarar nossos próprios conflitos. Não adianta protelar; é necessário atuar naquilo que não está em harmonia no ambiente. Pare de viver em função dos outros ou excessivamente preocupado com o trabalho; isso não acrescenta muito para o seu mundo pessoal, só agrava as pendências que existem no seu meio.

Assuma sua própria vida e dedique-se àquilo que o incomoda; somente assim você estará mobilizando seu potencial em benefício da sua própria felicidade. Não tente sufocar o profundo desconforto causado pelas complicações do ambiente. A aparente frieza e indiferença às questões afetivas ou familiares é um mecanismo de defesa para esconder o quanto está estraçalhado emocionalmente e arrasado em sua vida pessoal.

Fingir não se abalar com os problemas é uma tentativa de demonstrar aos outros uma força que não existe, e também negar seus próprios sentimentos. As pessoas hipertensas são dotadas de grande força agressiva, o que lhes possibilitaria impor-se na situação, com grande chance de encontrar as soluções dos seus problemas. No entanto, deslocam a sua capacidade conquistadora para o trabalho ou para os outros, deixando muito a desejar nas questões que dizem respeito a sua própria vida. Costumam dar o pior para si e o melhor para os outros. São pessoas prestativas e dispostas a atender a todas as solicitações externas. Têm necessidade de dominar os meios que frequentam; querem se destacar no trabalho e sobressair-se entre os amigos. Cobram de si uma conduta exemplar, obrigam-se a ter um notável desempenho profissional, nunca admitem errar e se punem quando não atingem as metas estabelecidas.

Apesar de ser difícil às pessoas afetadas pela pressão alta admitir, a sua conduta alimenta a vaidade. Em função da vaidade, as pessoas assumem uma série de obrigações e compromissos para serem consideradas pelos outros. A vaidade provoca um sentimento de opressão, impedindo a realização pessoal. O vaidoso se preocupa excessivamente com o próprio desempenho, quer fazer tudo certo, para provar aos outros suas habilidades e força. Isso causa grande tensão, o que prejudica a atuação na vida, podendo também provocar no corpo a elevação da pressão arterial. Quando a pessoa relaxa e não se cobra perfeição, tudo flui harmonia. Abandonar a vaidade e agir com naturalidade é melhor caminho para a saúde e o bem-estar. Procure realizar as suas tarefas da melhor maneira possível, mas não se cobre o impossível nem ultrapasse seus limites; respeite-os, o importante é aquilo que você sente e acredita, e não o que os outros vão dizer a seu respeito.

O valor da vida não está somente nas conquistas materiais, nem tampouco na condição de destaque perante os outros, mas naquilo que sentimos. Realização pessoal não se baseia só nos bens materiais, mas também na nossa condição interior. Na vida tudo é provisório, nada é permanente. Temos a ilusão que o mundo externo é a causa de tudo o que acontece connosco; mas, na verdade, é o contrário; somos nós que provocamos as situações externas.

Tudo o que acontece ao nosso redor é um reflexo do estado interior. Os conteúdos internos projetados na realidade tornam-se evidentes, favorecendo-nos a solucionar aquilo que existe em nos. À medida que lidamos com as complicações do meio, estamos resolvendo nossas próprias dificuldades. Pode-se dizer que as tramas da vida são instrumentos das experiências que favorecem a edificação do nosso ser. As pessoas que se negam a encarar seus obstáculos, principalmente aqueles ligados a afetividade, perdem a oportunidade de se resolver dificultando seu próprio desenvolvimento interior.

Fonte: Metafísica da Saúde vol. 2 Sistemas Circulatório, Urinário e Reprodutor (Adaptado)

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15 alimentos essenciais para emagrecer

Para quem quer emagrecer, nada pior do que a repetição de menus sensaborões ou a insistência nos mesmos alimentos. Por isso, eis uma lista de 15 alimentos capazes de alegrarem as suas refeições e que, além disso, ajudam a perder peso.

 

Não existem alimentos livres de calorias, mas muitos ajudam a perder peso e volume, graças ao seu poder saciante, diurético e desintoxicante. O segredo está em escolher aqueles que ajudam a perder peso e previnem a retenção de líquidos, mas também que sejam do nosso total agrado. É igualmente fundamental que sejam ricos em fibras, para saciar o apetite mais facilmente, bem como favorecer o trânsito intestinal.

Basicamente, dos 15 alimentos que se seguem, escolha os que mais lhe agradam e invista num emagrecimento sustentado, através de uma alimentação saudável e equilibrada.

ABÓBORA

A abóbora é uma das verduras mais ricas em água, o que lhe confere propriedades diuréticas e laxantes. Além disso, possui umas substâncias designadas por cumarinas, que ajudam a prevenir o cancro. Também auxilia na prevenção das cataratas, melhora a visão noturna e, em geral, as defesas imunitárias.

ACELGAS

Verduras muito ligeiras e ricas em fibra, as acelgas transformam qualquer prato numa refeição saudável e saciante. Sejam cozidas ou ao natural, as acelgas depuram o organismo, ajudando a eliminar toxinas e a resolver a obstipação. São ótimas para ajudar a desinchar durante a menstruação.

ALCACHOFRA

Pelo seu poder diurético, a alcachofra facilita a eliminação dos líquidos retidos, provocando uma maior produção de urina. Além de facilitar a digestão, ajuda a desintoxicar o fígado e contribui para reduzir o colesterol e os níveis de açúcar no sangue.

ALHO

A utilização do alho é muito boa para o colesterol, além de controlar a hipertensão. Isto porque a alicina, uma substância química que se liberta quando o alho é esmagado, reduz os níveis de colesterol e baixa a pressão arterial. Também ajuda a diminuir a incidência de cancro da mama, pele e pulmão, além de prevenir o cancro do cólon e do esófago.

Leia o artigo completo na edição de abril 2018 (nº 282)

 

A biologia da crença – Bruce H. Lipton

biologia

“Se você pudesse ser qualquer pessoa neste mundo… quem você seria?” Eu costumava passar muito tempo pensando nisso. Vivia obcecado com a fantasia de mudar de identidade, pois desejava ser qualquer pessoa menos eu mesmo.

A minha carreira como biólogo e professor universitário era promissora e fascinante, mas minha vida pessoal era um verdadeiro caos. Quanto mais eu tentava encontrar felicidade e satisfação, mais insatisfeito e infeliz me sentia. Com o tempo, acabei desistindo e me entregando àquela vida sem prazer. Aceitei o fato de que era meu destino viver assim e que eu deveria tentar fazer o melhor possível com o que me foi oferecido. Tornei-me uma vítima da vida e meu lema se tornou: “o que será, será”.

Porém, minha atitude fatalista modificou-se radicalmente em 1985. Eu tinha deixado meu cargo na Escola de Medicina da Universidade de Wisconsin e comecei a lecionar em uma faculdade de medicina no Caribe. Então, distante do mundo académico tradicional, aos poucos minha mente passou a seguir outra linha de pensamento, fora dos padrões e crenças rígidos que até então havia 15 seguido fielmente. Livre das concepções rígidas da ciência convencional e maravilhado com todo aquele mar azul do Caribe tive uma epifania científica que abalou todas as minhas crenças a respeito da estrutura da vida.

Tudo começou quando eu estava pesquisando os mecanismos que controlam a fisiologia e o comportamento das células. De repente, percebi que a vida de uma célula é controlada pelo ambiente físico e energético em que ela se encontra e não pelos genes. Os genes são meros modelos moleculares utilizados na construção das células, dos tecidos e órgãos. O ambiente funciona como uma espécie de’ ‘empreiteiro”, que interpreta e monta as estruturas e é responsável pelas características da vida das células. Mas é a “consciência” celular que controla os mecanismos da vida, e não os genes. Como biólogo celular, eu sabia que minhas descobertas teriam grande impacto sobre minha vida e a de todos os seres humanos.

Cada um de nós é composto de aproximadamente 50 trilhões de células. Todo o trabalho de minha vida concentrou-se em entender melhor o seu funcionamento, pois sempre soube que o dia em que descobrisse exatamente como funciona uma célula eu descobriria como funciona todo o nosso organismo. Também percebi que, se uma célula pode ser controlada pelo ambiente que a cerca, nós, os seres vivos, que temos trilhões delas também podemos ser controlados. Assim como cada célula, o destino de nossa vida é determinado não por nossos genes, mas por nossas respostas aos sinais do meio ambiente que impulsionam e controlam todos os tipos de vida.

Por um lado, minha descoberta sobre a natureza da vida foi um grande choque. Fazia quase duas décadas eu vinha programando todos os meus alunos a pensar exclusivamente dentro dos parâmetros do dogma central da biologia: a crença de que a vida é controlada pelos genes. Por outro lado, porém, minha intuição sempre havia me dito que não era bem assim que as coisas funcionavam. No fundo, sempre tive minhas dúvidas sobre o determinismo genético. Algumas delas surgiram ao longo dos 18 anos nos quais trabalhei no projeto de clonagem de células para o instituto de pesquisas do governo. Mas foi somente quando me isolei do mundo académico tradicional que pude perceber a realidade com mais clareza.

As minhas pesquisas mostraram que os conceitos mais profundos do determinismo genético estavam equivocados. A minha descoberta sobre a essência da vida não apenas confirmou minhas pesquisas como também colocou em xeque outra crença que eu vinha incutindo na mente de meus alunos: que a medicina alopática é a única que merece consideração. Quando me conscientizei da importância da energia do ambiente ao nosso redor, compreendi de maneira mais profunda e abrangente as bases da ciência e da filosofia, da medicina complementar e também a sabedoria espiritual das crenças mais antigas, e passei a ver a alopatia com outros olhos. Aquele momento de descoberta também me abalou porque contrariou todas as minhas crenças de que meu destino era ser uma pessoa infeliz.

Não há a menor dúvida de que nós, seres humanos, temos a capacidade de nos apegar a falsas crenças e a defendê-las com unhas e dentes, e os cientistas não estão imunes a isso. O nosso desenvolvido sistema nervoso, aliado a um potente cérebro, é uma prova de que nossa consciência é muito mais complexa do que o simples universo celular. Quando nossa mente se concentra em determinado assunto ou objeto, captamos e sentimos o ambiente de maneira muito mais abrangente do que as células, pois elas possuem consciência mais restrita e reflexiva do que a nossa. Fiquei extasiado com a ideia de poder alterar o meu destino modificando minhas crenças. O simples fato de perceber que este novo ramo da ciência poderia me fazer passar de mera “vítima” a “co-criador” trouxe-me grande alívio.

Já se passaram 20 anos desde aquela noite mágica no Caribe quando tive o vislumbre de realidade que modificou toda a minha vida. E as pesquisas biológicas que desenvolvi desde então só fizeram confirmar e ampliar os conceitos que compreendi naquele momento. Vivemos hoje uma era fantástica. A ciência está se libertando de velhos mitos e estabelecendo uma nova base de crenças com relação à civilização. A crença de que somos meras e frágeis máquinas controladas por genes está sendo gradualmente substituída pela consciência de que somos os próprios geradores e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca.

Há duas décadas venho divulgando e apresentando esses conceitos científicos a centenas de pessoas em palestras nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. As mudanças que essas pessoas estão conseguindo fazer em sua vida com essas informações têm me trazido muita alegria e satisfação. Conhecimento significa poder. Consequentemente, o conhecimento sobre o ser nos dá poder sobre nós mesmos e sobre nossa vida. E é precisamente este conhecimento que eu ofereço a você neste livro, A biologia da crença.

Espero que, ao ler estas páginas, você compreenda que muitas das crenças que impulsionam e controlam sua vida não são reais, e sim conceitos limitadores, e que passei a querer modificá-los. Ao fazer isso, você reassumirá o controle de sua vida, permitindo a si mesmo ter mais saúde e felicidade. Sei que se trata de conceitos revolucionários, de grande impacto e também de muito poder. A partir do momento em que me conscientizei deles, minha própria vida tornou-se bem mais completa. Deixei de passar o tempo todo perguntando a mim mesmo: “Se eu pudesse escolher alguém para ser neste mundo… quem escolheria?” Hoje a resposta é uma só: quero ser eu mesmo!

Retirado de A Biologia da Crença de Bruce H. Lipton

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Microbiota intestinal: como mantê-la saudável?

O que é a microbiota intestinal e qual a sua importância? Como mantê-la saudável e porquê? É o que vamos explicar.

 

Artigo da responsabilidade da Dra. Paula Iglésias-Ferreira, farmacêutica comunitária e diretora do Instituto Pharmcare

 

No interior do útero materno, o ambiente é estéril e a colonização do bebé pelos microrganismos começa no momento do parto. É neste momento que se inicia a colonização das mucosas (portas de entrada) dos sistemas digestivo, respiratório, urogenital e da pele.

Um adulto está colonizado por vários triliões de microrganismos, que vivem e convivem pacificamente no seu corpo. Esta microcomunidade viva é muito superior em número às células humanas. Tal convivência é benéfica, quer para o homem, quer para estes microrganismos. É uma relação simbiótica, uma vez que ambos beneficiam dela.

Os microrganismos que vivem no intestino constituem a chamada microbiota intestinal, aquilo que antigamente era conhecido como “flora intestinal”.  A microbiota intestinal é como uma impressão digital, ou seja, cada ser humano tem a sua microbiota intestinal, que é única e personalizada.

RELAÇÃO SIMBIÓTICA

No primeiro ano de vida, a microbiota varia muito e é muito instável, mas por volta dos 2-3 anos de vida, estabiliza e mantém-se estável ao longo da vida, com mudanças muito lentas. A microbiota que vai colonizar o intestino depende do tipo de parto (vaginal ou cesariana), dos anticorpos do leite materno, da variedade alimentar, da higienização dos alimentos, da exposição a antibióticos, probióticos e prebióticos.

A relação simbiótica entre a microbiota intestinal e o homem é muito interessante para ambos, porque os microrganismos beneficiam de uma temperatura ideal para o seu desenvolvimento e de um ambiente extremamente rico para se alimentarem. O hospedeiro, o homem, beneficia de uma máquina metabólica altamente adaptativa, beneficia do facto das bactérias sintetizarem determinadas vitaminas e de ajudarem a digerir alguns nutrientes (por exemplo, hidratos de carbono complexos), que seriam eliminados caso as bactérias não existissem.

Leia o artigo completo na edição de abril 2018 (nº 282)

Pressão baixa – Metafísica de Saúde

pressao baixa

Pressão baixa – Fuga pelo esquecimento. Desejo de abandonar tudo.

A pressão baixa é caracterizada pelo comportamento de fugir dos acontecimentos, inconscientizando as situações conflitantes. As pessoas afetadas pela pressão baixa, sempre que se deparam com episódios difíceis negam-se a enfrentá-los, querem esquecer que estão passando por tais problemas. São derrotistas e sentem-se incapazes de superar alguns obstáculos do cotidiano. Não têm suporte emocional para lidar com as confusões do meio.

Frustram-se com facilidade, principalmente quando algo sai diferente daquilo que imaginam. A maioria dos acontecimentos inusitados provoca-lhes muita tensão, ficam confusas e embaraçadas diante dos problemas da vida pessoal. Decepcionados, recorrem ao isolamento; evitam até tocar no assunto para não sofrer ainda mais. Essa condição diminui a sua capacidade de deixar fluir os seus sentimentos. A sobrecarga das tensões acumuladas provoca um desejo de abandonar a situação, para não se deparar mais com as confusões.

A queda de pressão pode chegar ao ponto de causar desmaios. A perda da consciência é uma condição oportuna, para a pessoa não assumir suas responsabilidades frente aos conflitos da convivência. Esse estado proporciona a sensação de que o problema desapareceu; mas, na verdade, a ausência da consciência não poupa as pessoas daquilo que elas têm para resolver nas suas vidas. As pessoas afetadas pela pressão baixa deixam-se influenciar pelos outros ou pelas situações da vida. São propensas a se fazerem de vítimas, colocando-se na condição de fracas e indefesas; geralmente caem nas garras dos dominadores, subjugando-se aos domínios dos outros.

Aceitar os obstáculos da vida e se propor a mobilizar os seus potenciais para superar os desafios representa grande demonstração de coragem e força. Todos passamos por situações difíceis, mas somente aqueles que não se deixam vencer conquistam uma vida saudável e feliz. É importante não se render diante das dificuldades da vida, nem tampouco se deixar abater pelas situações desagradáveis, entregando-se às frustrações. Sinta-se em condições de resolver tudo aquilo que a vida impõe no seu caminho. Encare de frente os seus problemas; não adianta sair pela tangente ou deixar para depois aquilo que deve resolvido hoje. Confie em si e não dependa do auxílio dos outros para solucionar aquilo que cabe exclusivamente a si.

Fonte: Metafísica da Saúde vol. 2 Sistemas Circulatório, Urinário e Reprodutor (Adaptado)

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Selénio: para a proteção completa do organismo

 

Unhas quebradiças e sistema imunitário fragilizado têm alguma ligação? Segundo a ciência, sim. A falta de selénio, um mineral essencial ao nosso organismo, deixa as unhas enfraquecidas e o sistema imunitário debilitado, sendo que os sintomas nas unhas manifestam-se primeiro.

 

Está constantemente constipado, as suas unhas quebram com facilidade ou apresenta problemas de tiroide? A ciência encontrou uma explicação: provavelmente, tem falta de um nutriente essencial denominado selénio. Depois de décadas de investigação científica, os investigadores descobriram finalmente a importância do selénio para a saúde humana. Reforço do sistema imunitário é apenas uma das muitas características que requerem uma ingestão adequada deste nutriente, escasso em muitos países da Europa.

O selénio é importante não só para as unhas, mas também para a capacidade do organismo combater as infeções virais, como a gripe, e para uma função normal da tiroide. Deve certificar-se de que a quantidade de selénio que ingere é suficiente para sustentar funções cruciais, como as defesas orgânicas contra vírus, problemas cardiovasculares, reumatismo, infertilidade e até, eventualmente, cancro.

FONTES DE SELÉNIO

A inclusão de alimentos ricos em selénio na dieta, como a carne, o peixe, o marisco, os frutos secos – como a castanha-do-brasil – e os cereais ajudam a aumentar o consumo deste nutriente. Contudo, mesmo seguindo uma dieta rica e variada não é garantido que ingira a dose diária recomendada. Como complemento de uma dieta poderá optar por tomar um suplemento de selénio.

PORQUE É QUE OS SOLOS PORTUGUESES TÊM FALTA DE SELÉNIO?

Em Portugal, tal como em muitos outros países em toda a Europa, o solo é muito pobre em selénio, devido, entre outras coisas, a fatores geológicos e agricultura intensiva. O selénio é um mineral que é absorvido pelas plantas e que o ser humano obtém pela ingestão dessas mesmas plantas ou de carne de animais que se alimentam delas. Se a terra for cultivada intensivamente, sem que os minerais sejam repostos, estes tornam-se insuficientes no solo.

Na Finlândia, onde o teor de selénio no solo era extremamente baixo, o governo aprovou uma lei em 1984, determinando o enriquecimento com selénio de todos os fertilizantes. Consequentemente, a taxa de selénio na população aumentou e, também consequentemente, a taxa de doença cardíaca diminuiu.

ESCOLHA SELÉNIO ORGÂNICO

Há cada vez mais pessoas que tomam comprimidos de selénio como prevenção. Na altura de escolher um suplemento, é importante optar por um produto com levedura de selénio orgânico e com uma absorção comprovada.

Até à data, a melhor absorção foi obtida com uma levedura de selénio orgânico única (patenteada), em que quase 90% do teor de selénio é, segundo estudos, absorvido no organismo. Esta levedura de selénio em particular é usada pelos cientistas devido aos seus resultados reproduzíveis e qualidade comprovada.

Escolha um suplemento que contenha também zinco, para uma melhoria da pele. O zinco favorece os mecanismos de reparação dos tecidos envolvidos na formação de pele nova e cicatrização de feridas.

Leia o artigo completo na edição de abril 2018 (nº 282)